Valêncio Xavier (1933-2008) nasceu em São Paulo, mas mudou para Curitiba aos 21 anos e de lá nunca mais saiu. Durante sua carreira se dedicou à escrita e ao cinem, trabalhando para jornais ao mesmo tempo que escrevia roteiros e dirigia filmes. Fundou a Cinemateca de Curitiba e trabalhou em museus e espaços culturais. Além de O mez da grippe, escreveu Maciste no inferno, O Minotauro, Minha Mãe Morrendo e o Menino Mentido, entre outros.

O mez da grippe

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  • Sobre:

    "Essa narrativa-kinema trata da gripe espanhola, das "tropas alliadas", de relatos do passado (ah, D. Lucia, danadinha), das moléstias do peito, dos “obitos de hontem”. Contempla dos bairros, cinemas e missas de Curityba à grande angular da Europa na Guerra, numa poética de fluxo e motilidade composta de anúncios e recortes de jornal, quadras eróticas, colagem, deslocamentos temporais, absurdo, ironia, comicidade. Tudo isso sim, pela mão firme do Valêncio Xavier que, como poucos, alcançou excelência no tratamento da fragmentação; sua obra, que depura e atualiza o Nouveau Roman, o coloca ao lado de Osman Lins, Julio Cortázar e outros grandíssimos. ​ Luci Collin"

    Este livro é produzido no Laboratório Gráfico Arte e Letra, com impressão em risografia e encadernação manual.

    Autor: Valêncio Xavier

    Páginas: 76

    ISBN: 9786587603018